AF 1700 Luxo
- Vazão de ar
- 70.000 m³/h
- Potência
- 3 CV
- Consumo
- 2,55 kWh
- Placa evaporativa
- 200 mm
- Vão de abertura
- 1620 x 1620 mm (AxL)
- Grade
- 100% em alumínio
- Dreno
- Automático
- Entradas de ar
- Traseira e laterais
Climatizadores evaporativos industriais que renovam o ar, baixando a temperatura e consumindo até 95% menos energia do que um sistema de ar-condicionado equivalente — sem abrir mão do conforto térmico nem da qualidade do ar.
Uma amostra de projetos já entregues — de supermercados a galpões industriais, em diferentes portes e aplicações.
Informe o seu espaço e veja, em segundos, qual climatizador e exaustor Arfrio atendem à sua operação.
Trocas de ar/hora aplicadas: 30 por hora.
Dependendo do local e do fluxo de ar do ambiente, pode não haver necessidade de exaustores. Nosso time técnico confirma isso na avaliação.
Solicitar orçamento com esses dados*Estimativa de dimensionamento com base em regras gerais (trocas de ar/hora) e nas especificações de cada equipamento. Ambientes com condições específicas podem exigir avaliação técnica da nossa equipe.
Da linha de produção ao salão de treino, a climatização evaporativa se adapta a qualquer ambiente que precise de ar renovado em grande volume.
Galpões, linhas de produção e áreas de armazenagem com grande carga térmica.
Ar renovado continuamente em salões com alta concentração de pessoas em atividade.
Compensa o calor de fornos e chapas sem competir com a exaustão da cozinha.
Boxes e áreas de serviço com portas abertas boa parte do dia.
Grandes pés-direitos e portões constantemente em uso na logística.
Conforto para clientes e equipe em áreas de venda de grande metragem.
Aviários e galpões rurais, onde a temperatura afeta diretamente a produção.
Ambientes com poeira e calor de maquinário em operação contínua.
O climatizador de maior vazão da linha para grandes pavilhões industriais, com placa evaporativa de 200mm e estrutura reforçada para operação contínua.
Escolha um modelo e explore os componentes que definem o desempenho de cada equipamento.
Passe o mouse, toque ou use Tab para explorar
Todo mês, uma leitura técnica de normas, estudos e relatórios sobre calor, qualidade do ar e saúde ocupacional. Cada matéria traz a fonte primária no rodapé do card — o "pitaco" é opinião da nossa equipe, não da fonte citada.
Relatório da Organização Internacional do Trabalho estima que, em 2030, o calor excessivo elimine o equivalente a 2,2% das horas trabalhadas no mundo — cerca de 80 milhões de empregos em tempo integral e US$ 2,4 trilhões por ano. A projeção parte de um aquecimento global contido em 1,5 °C e supõe trabalho realizado à sombra, o que a própria OIT classifica como cenário conservador. O estresse térmico é definido como calor acima do que o corpo tolera sem prejuízo fisiológico, situação comum acima de 35 °C com umidade alta.
Na prática, o que vemos em campo segue o mesmo padrão: o pico de reclamação de calor no chão de fábrica coincide com o pico de retrabalho. Climatização não é só conforto — é variável de produtividade, e costuma se pagar em uma safra de verão.
— Equipe técnica ArfrioO Anexo 3 da NR-15, na redação dada pela Portaria SEPRT 1.359/2019 e alterada pela Portaria MTP 426/2021, avalia a exposição ao calor pelo IBUTG (Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo). Mede-se o IBUTG médio dos 60 minutos corridos mais críticos e compara-se com o limite do Quadro 1, que varia conforme a taxa metabólica da atividade. Ultrapassado o limite, a atividade é caracterizada como insalubre em grau médio. A metodologia de medição é a da NHO-06 (2ª edição, 2017) da Fundacentro. O modelo anterior, de pausas fixas por faixa de temperatura, não vale mais.
A pergunta que mais recebemos é 'qual a temperatura máxima permitida no galpão'. Não existe esse número isolado: o limite depende do esforço físico da atividade e é medido em IBUTG, não em termômetro de parede. Antes de comprar equipamento, vale ter o laudo na mão.
— Equipe técnica ArfrioFale com o nosso time comercial e receba uma recomendação sob medida para o seu espaço.